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  • Entre hits e emoções: minha experiência na primeira noite do Ribeirão Rodeo Music

    Entre hits e emoções: minha experiência na primeira noite do Ribeirão Rodeo Music

    O Ribeirão Rodeo Music prometeu e ENTREGOU. Em caixa alta mesmo, porque foi exatamente isso: uma entrega em cada detalhe.

    Minha experiência? Não poderia ter sido melhor. Tive a chance de viver o evento intensamente e curtir cada show como quem realmente merece estar ali.

    Já comecei ganhando pontos com o universo ao estacionar no estacionamento oficial (super recomendo, aliás). Nada de estresse, filas intermináveis ou guias perdidos. Tudo sinalizado, fácil, e até que foi bem rápido. O cadastramento facial para acessar o camarote foi uma maravilha, daquele jeito que a gente pensa: “Por que isso não é padrão em todos os eventos?”

    Nessa primeira noite, aproveitei o Camarote Black Lounge Ballantine’s. Se a proposta era ser um camarote instagramável e confortável, a missão foi cumprida com louvor. Espaçoso, bonito de verdade, atendimento de primeira e uma visão que te faz esquecer que existem lugares ruins pra assistir show.

    E falando em shows… Que line up, meus amigos! Ana Castela, Matheus & Kauan, Dennis DJ e Felipe & Rodrigo comandaram o palco da primeira noite.

    Cheguei com Ana Castela já soltando a voz (perdi duas ou três músicas só, juro que corri). E vou te contar: assistir Ana é caminhar entre lançamentos e clássicos com uma leveza que só ela tem. Uma princesa no palco, com uma presença que é puro carisma. Já vi vários shows dela e seguirei vendo enquanto ela me deixar!

    Depois, subiram ao palco Matheus & Kauan e aqui é até covardia me pedir imparcialidade. Acompanho esses dois desde a primeira era do Fogo no Brete, lá em 2010. Já tive a chance de conhecê-los pessoalmente e, de lá pra cá, só ficaram melhores: carisma, presença de palco e um repertório que não deixa a peteca (nem o chapéu) cair. O público foi à loucura, cantando tudo, vibrando, pulando. Energia lá em cima, do jeito que a gente gosta!

    Achou que tinha acabado? A gente estava só aquecendo!
    Dennis, o brabo, chegou destruindo qualquer possibilidade de alguém ficar parado. Que show, meus amigos. O homem nasceu pro palco: entrega, energia, efeitos visuais de arrepiar. Dennis é daqueles que você assiste sorrindo e pensando “esse cara entendeu tudo da vida”.

    E pra terminar a noite com o sol batendo no rosto e a alma leve, Felipe & Rodrigo fecharam o palco com chave de ouro — e ainda teve participação especial do Matheus. Foi resenha boa, foi sertanejo raiz com energia moderna, foi tudo que a gente precisa pra começar (e terminar) uma madrugada de festa.

    Viver o RRM assim foi, sem dúvida, uma experiência incrível. Deixo aqui meu agradecimento à equipe do Viola Show, que trata influenciadores, imprensa e público com o respeito e o carinho que a gente sonha em ver em todos os eventos.

    E se você acha que acabou, achou errado! O próximo dia do RRM acontece em 30/04 e promete ecoar nos quatro cantos do Brasil com Chitãozinho & Xororó, Alok, Hugo & Guilherme e Bruninho & Davi. Se for seguir o padrão da primeira noite, preparem os corações.

    Ah, e se quiser garantir sua presença pagando menos (quem não quer?), use o cupom “fogonobrete” e garanta desconto de 30% para Arena ou Camarotes Ballantine’s no site oficial (Total Acesso)

    Corre, porque viver o Ribeirão Rodeo Music é uma daquelas histórias que você vai querer contar (e recontar).

    Pra quem quiser ficar ainda mais por dentro, tem vídeo novo saindo lá no Instagram e no TikTok do Fogo no Brete!

  • O Retorno do Fogo no Brete: Uma Jornada de Paixão e Resiliência

    O Fogo no Brete não começou com uma câmera ou com um microfone. Começou com um estalo — daqueles que a gente sente no peito antes de saber explicar.

    Lá em 2010, eu estava na faculdade e já sentia que o mundo sertanejo tinha muito mais do que palco e música. Tinha história. Tinha bastidor. Tinha verdade. E eu queria contar isso. Foi aí que nasceu a primeira faísca, como um trabalho de faculdade onde eu fui convidada a criar algo sobre algo que me encantava.

    De 2011 até 2014, o Fogo no Brete pegou estrada: acompanhei eventos, encontrei artistas, caminhei por camarins, cobri shows, e escrevi com o coração. O blog era meu cantinho de registro — uma mistura de diário de campo com paixão em forma de palavra, tudo feito sempre sob o meu ponto de vista.

    Mas nem tudo são fogueiras acesas. Em 2015 e 2016, o corpo e a mente começaram a pedir trégua. Eu estava em duas graduações, mil coisas ao mesmo tempo. Veio a exaustão, veio o cansaço. E eu precisei parar.

    De 2017 a 2022, veio o silêncio. Um hiato necessário. Eu segui minha vida como comunicadora, atendi clientes, criei projetos… mas lá no fundo, o Brete seguia me chamando. Eu sabia que uma hora o fogo ia reacender.

    E reacendeu.

    Em 2023, com um celular na mão e a coragem de sempre, eu voltei. Repaginei tudo, me joguei nos bastidores de novo, me reconectei com quem me acompanhava desde 2010 — e conheci muita gente nova pelo caminho.

    Em 2024, as coberturas ficaram mais profissionais, os eventos maiores, as parcerias mais fortes. Comecei a entrevistar artistas diretamente dos rodeios, e vi que minha voz ainda tinha lugar nesse universo.

    E agora, em 2025, posso dizer com firmeza: o Fogo no Brete tá mais vivo do que nunca. Com site novo, identidade renovada e projetos que ainda estão pra nascer.

    Esse post é só o começo. Porque se tem uma coisa que aprendi, é que toda história que vale a pena começa com um estalo. E a minha, talvez seja parecida com a sua.

    Se for, puxa uma cadeira, porque aqui tem espaço no brete pra todo mundo.

    📌 Escrito por Maiú Maira
    Criadora do Fogo no Brete